
Existem histórias que "ficam para a história", esta que vou contar "fica para fazer pena" (mais uma vez).
O sentido de orientação de um homem é fundamental em grandes questões do dia-a-dia, desde saber o caminho para o trabalho como saber onde é a taberna mais próxima para mandar um copinho. O que acontece nos dias de hoje, é que diversas pessoas do âmbito sócio-cultural-aquofóbico indagam por caminhos alheios, os quais, apesar de conhecerem perfeitamente durante o dia, na "nuit", tornam-se como um labirinto nocturno gritando desesperadamente muitas vezes por auxílio e resgate. Não concordo e repudio tal coisa.
1789, Lyon, França. Plena Revolução Francesa:
Manerry Sequeyra, homem irreverente e sensível aos problemas sociais das classes que bebem champagne e comem caviar para dizer "esta merda é que tem uma pinta do carago", torna-se líder revolucionário de um pequeno bairro social mal cheiroso e com prostitutas a dizerem adeus com a língua. Sorte do bicho, apaixona-se por Jannette, uma menina que era nada mais nada menos filha de Jaqques Sufjan Dupont, um claro anti-revolucionário pois dizia que não conseguia revolucionar tal era o seu estado de "pena".
Num dia bastante conturbado em toda a França em virtude da greve do sindicato das empregadas de balcão, Manerry virando a esquina da Rua de La Republique encontra-se deparado com uma multidão que o aplaude e grita com insistência pelo seu nome: "BÊBADO, BÊBADO...!!". Surge um megafone para Manerry discursar perante tal multidão efusiva, e este apronta-se para dizer umas palavras de coragem as quais foram apenas: "TROIKANNE SERVICE??". A multidão aplaude com entusiasmo e o cheiro a Whiskey de Manerry invade e entranha-se logo em tudo o que era animal ali no meio. Criado estava o mito, a lenda, o HOMEM-WHISKEY.
Já de noite, Manerry vagueando pelas ruas de Lyon repara que tudo cheira a Whiskey menos um pequeno, simples, singelo e pobrezinho, Caixote do Lixo. A luta entre os dois começa, a disputa é de tal maneira grande que todos os bêbados da cidade deixaram de imediato as suas casas para irem beber e mais uma vez fazer "pena". O ídolo Manerry Sequeyra desorienta-se no meio da briga e perde-se por ruas sujas e nojentas com pessoas de fato e gravata a dizer "vai mais uma moedinha???". O homem acaba estendido no chão gritando pela sua Jannette, pedindo auxílio de um mapa que o pudesse orientar de maneira a chegar outra vez á sua taberna preferida: "Povoy du Lanhosel". Jannette acaba por chegar de pópó (ainda ninguém conseguiu explicar cientificamente como), resgata o bicho, sua passionne, e fica mesmo aquela situação em que um gajo no fim diz: "ta tudo bem".
Um dia depois, os dois, Manerry e Jannette não casaram. Dois dias depois sim. No entanto, Manerry continuou a beber Whiskey "a tout l'heure" e a frequentar a sua taberna de loucuras: "TROIKANNE"............. e também aquela....: a "Povoy du Lanhosel".........................
THE END
written by "pietro ulmiani toni"
3 comentários:
Pedro, até te deixava uma imagem mais sugestiva do Manerry que tenho aqui no jantar da Serenata de Queima de 2006 que até era interesante para os leitores verem o arcaboiço do homem.
Quando vieres ao MSN eu dou-ta.
Ganda Blog
O Império dos Tonis só vem demonstrar a minha teoria de que os "betos" são os maiores bêbados e depois ainda tiram cursos para exercer funções. "´Tá tudo fodido".
Mas ainda bem... Haja bezanas haja alegria e saúde (por enquanto).
Os "betos" no fundo, qd bêbados, são uns punks, eheh.
Ah, o que dá mais pena, obviamente é o RUI... Esse grande desgraçado!!
Enviar um comentário